Recesso forense é marcado por obras de modernização na sede do TJSC

Durante o recesso forense, a sede do Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC) passou por uma série de obras e intervenções estruturais voltadas à modernização dos ambientes e à readequação dos espaços físicos. As melhorias tiveram como foco ampliar áreas de trabalho, fortalecer as atividades administrativas e preparar a estrutura para a chegada de novos desembargadores.

Entre as principais ações está a reforma e requalificação do restaurante do prédio-sede, que recebeu novo piso, iluminação e mobiliário. As mudanças resultaram em um espaço mais moderno, funcional e confortável para magistrados, servidores e colaboradores.

No térreo das torres 1 e 2 e no 13º andar da torre 1, foram executadas reformas com novo layout para a reorganização de setores administrativos. A readequação dos ambientes busca otimizar a ocupação do edifício e viabilizar a instalação de novos gabinetes destinados aos desembargadores recentemente nomeados.

O Tribunal Pleno também passou por intervenções, com a ampliação da área de acomodação para atender à nova composição do colegiado. A medida garante melhores condições para a realização das sessões de julgamento e das atividades administrativas.

Outra iniciativa foi a reorganização dos espaços da Unidade Padre Roma (UPR), que passou a abrigar áreas administrativas. A mudança possibilitou a liberação de ambientes no prédio central do Tribunal, permitindo uma distribuição mais eficiente das equipes e dos serviços.

Demolição do antigo prédio da DPU

Durante o período, também foi realizada a demolição do prédio principal da antiga sede da Defensoria Pública da União (DPU), localizado na Rua Bulcão Viana. A intervenção incluiu a limpeza e organização do terreno, etapa necessária para o aproveitamento futuro da área.

As obras fazem parte do planejamento estratégico do TJSC, que prioriza a modernização da infraestrutura, o uso racional dos espaços físicos e a melhoria das condições de trabalho. Todas as intervenções ocorreram sem impacto no atendimento ao público, já que os serviços estavam suspensos durante o recesso forense.